Fernanda Macedo é a primeira vacinada contra a COVID-19 em Guarabira: ‘um momento de esperança, mas a luta não acabou’

A enfermeira e ex-secretária de saúde do município, Fernanda Macedo, foi a primeira pessoa a se vacinar contra a COVID-19 no município de Guarabira, nesta terça-feira (19). Ela é enfermeira do município há 12 anos e trabalhou na linha de frente da doença desde os primeiros momentos do enfrentamento à pandemia quando coordenadora de atenção básica e posteriormente, secretária de saúde do município.

Fernanda Macedo recebeu a dose durante uma solenidade realizada na sede da Secretaria Municipal de Saúde, no bairro Novo, que contou com a participação do prefeito Marcus, da primeira-dama e secretária de planejamento, Verônica Diôgo, do vice-prefeito Wellington Oliveira, de alguns secretários, colaboradores e funcionários da secretaria de saúde.

“Seria maravilhoso se pudêssemos vacinar toda a população, mas nesse primeiro momento será imunizado os que estão na linha de frente, obedecendo a logística estabelecida pelo Governo do Estado; mas esse dia é de esperança, depois de tantos meses, uma nova ajuda nesse enfrentamento à pandemia”, destacou o prefeito Marcus Diôgo .

“Hoje é um dia histórico, me sinto orgulhosa em representar a esperança de dias melhores, agradeço a todos da secretaria por este momento especial, mas também hoje é um dia de dizer:  a pandemia não acabou. Devemos estar vigilantes, atentos e com todos os cuidados necessários, sem relaxar, até porque infelizmente nem todos estarão imunizados neste primeiro momento”, explicou  Fernanda.

O plano de imunização está dividido em quatro fases. A primeira, prioritária, possui dois grupos e contempla os trabalhadores de saúde e os idosos que residem em instituições de permanência de longa duração.

Foi aplicada a dose da CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan e pelo laboratório chinês Sinovac. Seu uso emergencial foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no último domingo (17). Na oportunidade, a agência também autorizou o uso emergencial da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Brasil produzida em parceria com a Fiocruz.

 

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