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Semana da Luta Antimanicomial promove acolhimento e integração entre usuários do CAPS em Guarabira

Publicado em 13/05/2025 às 12:12 873 Visualizações

A Prefeitura de Guarabira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está realizando, entre os dias 13 e 16 de maio, uma programação especial em alusão ao Dia Nacional da Luta Antimanicomial, que é comemorado no dia 18 de maio. As atividades estão sendo desenvolvidas com os usuários do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II) e têm como objetivo reforçar o cuidado em liberdade, o acolhimento e a valorização da saúde mental.

Durante toda a semana, os usuários participam de oficinas terapêuticas, atendimentos psicológicos e psiquiátricos, aulas de dança, momentos de integração com usuários de outros CAPS da região, além de rodas de conversa e outras ações voltadas ao fortalecimento do vínculo comunitário e à promoção da autonomia dos pacientes.

A coordenadora do CAPS II de Guarabira, Ana Lúcia, destaca que a iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com uma política de saúde mental humanizada e baseada na convivência social. “A semana da luta antimanicomial é um momento de reflexão e de reafirmação dos direitos das pessoas em sofrimento psíquico. Lutamos para que todos tenham acesso a tratamento digno, sem exclusão”, ressaltou.

O QUE É A LUTA ANTIMANICOMIAL? 

O Dia Nacional da Luta Antimanicomial, celebrado em 18 de maio, marca um movimento social e político que teve início na década de 1980, com profissionais de saúde mental, usuários e familiares que passaram a questionar os métodos adotados nos antigos manicômios. A luta defende que tratar a saúde mental é cuidar das pessoas em liberdade, garantindo respeito, inclusão social e o direito à cidadania.

A proposta é combater o estigma e o isolamento ainda associados às doenças mentais e promover práticas substitutivas aos hospitais psiquiátricos, como os CAPS, que oferecem atendimento multidisciplinar e inserção comunitária. Com ações como essa, a Prefeitura de Guarabira reafirma seu compromisso com uma política pública de saúde mental mais justa, inclusiva e libertadora, pautada no respeito aos direitos humanos e na valorização da vida.

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